SaeR - Sociedade de Avaliação de Empresas e Risco

Ernâni Lopes salienta papel das misericórdias na economia social

O Governo de José Sócrates dispõe de um trunfo único, a União das Misericórdias para combater os desequilíbrios sociais provocados pela globalização, mas que não está a saber aproveitar, diz Emâni Lopes. presidente da Sociedade de Avaliação de Empresas e Risco (Saer). Para o ex-ministro das Finanças, a questão da solidariedade “é um tema milenar que atravessa todas as sociedades e economias, nomeadamente, as europeias” e que está hoje no centro das atenções.

 

“Portugal tem, no contexto das realidades do primeiro quartel do século XXI, em termos de exigências colocadas à economia social, uma vantagem comparativa com um elevado potencial: as Misericórdias”, defendeu Ernâni Lopes, na apresentação do último relatório trimestral da Saer. Para este economista, o desafio é conseguir, no contexto da globalização (e da necessidade de conter a despesa pública), “redefinir o posicionamento estratégico das Misericórdias e a sua relação com o Estado que assim poderá fazer mais, com acréscimos marginais de despesa.”

 

A União das Misericórdias Portuguesas é uma plataforma que integra cerca de 400 instituições espalhadas por todo o país, a operar exclusivamente no sector da economia social. “São uma realidade secular [a primeira foi criada em Lisboa em Agosto de 1498 para apoiar os pobres e excluídos] e bem embebida na realidade portuguesa o que constitui uma vantagem” para os decisores públicos, no combate à exclusão social e à pobreza, evidencia Ernâni Lopes.

 

Publico

2006.07.11

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